domingo, maio 29, 2005

Farturas Otário


Senhores, Luis Marante vem à cidade.

(não, não arranjei nenhuma foto do Marante)

sábado, maio 14, 2005

Há quem diga que isto é mentira, mas não...


Boa tarde! Não, aquilo não era o fim...

Voltado da minha experiência zen, não tão bem sucedida quanto o desejado (ler o post Recoberto e recolhido), eis que o Governador de Portugal se me dirige com as seguintes palavras e passo a citar: "Portugal enfrenta uma crise orçamental grave."
De imediato paro para pensar no que raio havemos de fazer, onde raio iremos poupar alguns milhões de euros...

Algo de semelhante a Eureka me surgiu. Como que uma ligação a uma experiência passada assaltou novamente as paredes da minha sala de espera mental. Sim, aquele cavaleiro era a minha maçã de Newton.

Cavaleiro pode não vos dizer nada, mas se vocês comessem 32 vezes por dia Chocapic, aí sim, a luz far-se-ia mesmo à vossa frente (sim, far-se-ia não existia). Além de ter de levar com o Pico todos os dias, e além de ainda não ter descoberto a razão do chocolate reagir com o trigo e formar o Chocapic, vejo-me no sacrifício de ter de decidir o destino dum verdadeiro exército de cavaleiros- OS FABULOSOS BRINDES DE CEREAIS.
Aí é que está a resposta, senão pensem um pouco, quantos milhões de euros não serão gastos naquela porra (Aqui, é evidente que evitei a todo o custo dizer um pecado). Haverá alguém que guarde aquilo?! Haverá melhor utilidade para eles que não o prazer de deitar alguma coisa fora com convicção?!

Convido todos os fabricantes de cereais, que devem ser todos dessa zona de Linda-a-Velha (porque sempre que havia concursos ou passatempos, a morada era sempre pa Linda-a-Velha). Isto de Linda-a-Velha leva a outra questão não menos importante: Linda-a-Velha existe?! Ou será que não passa de uma cidade fantasma onde estão armazenadas as 300.000 cartas de crianças com esperança de ganhar uma bicicleta ou uma simples bolsa... É que o único lugar onde esta palavra aparece escrita é mesmo nas caixas de cereais!
Em relação a esse assunto, penso que seja uma falsa questão. Eu posso, em primeira mão, confirmar que ela existe porque....SIM! Eu já ganhei duas bicicletas, sendo que uma era cor-de-rosa (a minha bicicleta de sempre!) e outra era demasiado má para ser verdade (pelo simples facto de ser pequena demais para os meus 2,15m).

Eu sugeria que deixassem de oferecer essas belas oferendas, gostaria, aliás que deixassem de fazer de parvo, qualquer míudo com menos de dois palmos de testa e passassem a imprimir em cada embalagem a seguinte inscrição:"Deixamos de fazer aquela merda, para passar a salvar o país, obrigado".
Outra coisa importante a reflectir, é se aquela frase do Pico é mesmo necessária: " Posso ser vosso amigo?". (no momento em que vos escrevo, acaba de me sair outro cavaleiro negro nos cereais. Ainda não o deitei fora.)

Pronto, já está.

É que, como disse um vinicultor que me é próximo: mais tarde ou mais cedo, havemos de nos magoar num qualquer brinde de cereal algures esquecido. E haverá coisinha mais irritante do que aqueles mais que ínfimos cortes, que doem tão pouco que até metem nojo? Sim, há. Mas agora não me estou a lembrar.

Agora o ponto alto do novo código da estrada: "Por cada seis cabeças de gado cavalar, muar, bovino ou asinino, só é obrigatório haver um condutor".
E prontos, era isto.

Momento zen- "(...)chocolate reagir com o trigo e formar Chocapic(...)"

P.S.- Façam um favor, matem o Pico.

quinta-feira, maio 12, 2005

Ética/Misericórdia/Tristeza/Desespero/Depressão/Desespero/Suicídio em massa/Cataclismo/Armagedão/Colapso Universal/Big Crunch/Isabel Figueira/Fim/

O desespero e a personalidade maníaco-psicótico-depressiva têm feito com que este espaço de dissertação e teorização ideossincrática sobre o profundo "nada" esteja um pouco parado. Abandalhado até. Isto é nada mais nada menos que um tentativa de reanimação... Não vai resultar porque o momento é de desespero, como já disse, e de frustadas tentativas de suicídio colectivo depois de um belo par de horas de uma cadeirinha chamada bioestatística. Não vou falar disso. Isso não é nada. Nada é algo muito mais simples, elaborado e redundantemente complexo. Hoje vou falar exactamente disso. Daquilo que vos passa pelos neurónios durante grande parte das vossas vidas. Aquilo que permitiu ao ser humano ambicionar o "tudo". Vou falar, sem apelo nem agrado, sem qualquer tipo de indulgência, sem qualquer espécie de complexos sobre o "nada". Ora bem "nada" é ...praticamente tudo! "Nada" é estar de olhos fechados a vida toda sem perceber que o tudo não é assim tão importante! "Nada" é tentar ser sempre pior que os outros pensando que se está a ser melhor! "Nada" é ficar completamente babado pela Isabelinha Figueira quando toda a gente sabe que é o interior dela que nos atrai! (ok... esta não conta...). "Nada" é atingir o cume dos cumes dos cumes do mundo quando para fazer alguma coisa de jeito bastava subir a serra do Pilar! "Nada" é ser o mais inteligente, mas burro, esperto, mas otário, cromo, mas cromo possíveis! "Nada é perder exactamente três minutos e trinta e três segundos a ler teorizações sobre "nada"! Foda-se! Mas está tudo maluco?? (já não há porno na net?). O FIM...

sábado, abril 23, 2005

Recoberto e recolhido


Encontro-me de momento, recolhido algures num local que se assemelha a um mosteiro budista, versão zen. Mentalmente estou sentado numa grande escadaria que dá para a cave, com uma máquina de escrever semi-moderna, sobre o meu regaço. Penso em versos, falo em prosa, mas escrevo em norueguês. O que aqui se segue, não é mais do que uma versão musical traduzida para o português descomplexado por duas sandes de queijo e quatro horas de Wrestlemania XXI (que volto a afirmar, é a minha telenovela preferida).
O assunto que me leva, desta vez, a roubar cerca de trinta preciosos minutos ao meu serão pré-Queima das Fitas, remonta há já um par de semanas. Aliás, não só remonta há umas semanas, como tem vindo a ser digerido interiormente ao nível do pensamento. Este assunto ora cresce, ora desincha, mas sem nunca deixar de provocar dinâmicas linhas de pensamento na minha cabeça. Procuro encontrar nas palavras, aquilo que não consigo largar de outra forma.

Experimentem fazer este exercício em casa. No meio de uma conversa refiram a palavra "Bongo", tal como fiz naquele dia. Quais cães de Pavlov, todo e qualquer indivíduo começa (instantaneamente!) a entoar as seguintes palavras:
"Um Bongo, um Bongo, o bom sabor da selva. Em cada pacotinho, uma festa de oito frutos. Ananás, alperce e manga. Laranja, maçã, goiaba. Banana, maracujá, imagina o que isto dá."
Mas é que é sempre! Esteja onde estiver, com quem estiver, sempre que se diz a palavra Bongo, a canção ecoa por todas as cavidades cranianas num raio de 30metros.
Sei que ninguém o diz da boca p'ra fora, mas há sempre um indivíduo (pelo menos um, tem de haver um!) que exterioriza esse sentimento, e a canta orgulhosamente sem preconceitos(normalmente este jovem está de bem com a vida).

Para casa, quero-vos pedir que digam "Bongo" num local público. Vá, sejam parvos. Digam-no num banco, numa repartição das finanças, numa aula da faculdade, mas digam! É importante! É talvez a maior lavagem cerebral de todos os tempos!

Momento zen- "(...) Banana, maracujá. (...)"

Seja quem for que você seja (leitor), aposto que já entoou mentalmente mais de uma vez esta canção enquanto lia este post. Só por isso já valeu a pena, não?!

quinta-feira, abril 21, 2005

The things go by

Hoje apetece-me escrever algo profundo. Estou farto de coisas superficiais que ninguém quer ler. É verdade que isto é um blog, um espaço de brainstorming digital que procede ao culto do Nada, mas é também verdade que as profundezas de um qualquer assunto sobremaneira importante podem roçar os limites do Nada. Ora bem algo me vem atormentando desde há algum tempo, nada mais nada menos, que a publicidade nas paragens de autocarro. Isto, realmente não é assunto novo, até tem feito correr alguma tinta nos mais importantes tablóides interplanetários. Contudo com a minha experiência de Bus Passenger posso dar uma diferente perspectiva. Então é assim:
1º-> Desenganem-se os senhores donos de uma empresa de lingerie quando esperam aumentar as vendas com fotos da Isabel Figueira em lingerie nas paragens! O que acontece é o seguinte: os homens como é evidente estão literalmente a cagar para a marca daquilo e estão, quanto muito, a tentar perceber a real transparência dos tecidos de nariz pregado no vidro protector com um fio de baba a escorrer pelo mesmo abaixo; as senhoras olham para as fotos e pensam: "Hum!! Sim, sim! Com tanta maquilhagem até eu! Pfff!! Tem celulite! Gorda! Deve é ser uma puta e anda com todos!! Galdéria!" e não olham para a marca porque estão demasiadamente preocupadas em tentar não darem a perceber que estão de facto roídas de inveja... Assim, senhores da Triumph, esqueçam...
2º Não adianta porem mais publicidade nas paragens porque agora é que já ninguém liga nenhuma aos anúncios do Jumbo. Depois de vermos a Isabel semi-nua é difícil olhar para um detergente e pensar em compra-lo.
Conclusão: Acabou a publicidade nas paragens pelo menos até porem outra senhora, agora nua, nas vitrines (embora isso não traga benefícios para as empresas).
--- Crónica de grande importância para as PME´s porque lhes abre novas perspectivas de mercado economicamente rentáveis.---

domingo, abril 10, 2005

Obras Incompletas- Vol.I

Neste momento, apetece-me ser auto-irritável (ou pelo menos tentar sê-lo). Não consigo mas não faz mal, tenho uma notícia para vos dar.
Sim, é verdade. Já todos estávamos à espera. Bom, aqui vai...o Sapinho é dono do colégio. Perante esta situação, os dreads estão revoltados porque vão perder o respeito dos betos.
Os betos são bem mais fixes, andam de mota, comem umas miúdas giras e usam pullover's da Sacoor. Os dreads têm uma boys-band, usam o cabelo em pé, e são tudo aquilo que eu odiava quando era miúdo: fazem-me lembrar betos armados em dreads, mas com pinta de quem daqui a dois anos tem cabelo à Playmobil.
Aparte esta ri(v)alidade, preocupa-me que os rastas não tenham um papel mais interventivo nesta situação do que beber batidos de banana e comer saladas de tofu. Pelos vistos, os bifes de soja já não injectam uma boa dose de hormonas frenéticas naqueles rapazes e mais parecem budistas do que comunas. (o que já de si não é mau)

Dito isto, há que salientar que afinal a luta está renhida. A TVI bem que tomou a dianteira mas a SIC não larga a frente do "Quem quer ser a pior televisão portuguesa?".
Ao lançamento do já fenómeno de culto "Zero em comportamento" (agora recheado de estranhos e divertidos apanhados tão espontâneos quanto divertidos, senão atentem no canto inferior direito do vosso televisor), a TVI respondeu com "Fiel ou Infiel". O programa vale a pena ser visto só pelo facto de ouvirmos palavras-pérolas como cretino, sacana, pulha, boi, palerma, malfeitor, bandido e a minha preferida...boi da merda! O resto é secundário...

Com este post, auto-proibo-me de falar sobre séries televisivas nos próximos 4 anos e meio. Até a um próximo post, que deverá ser de cariz alimentar...

Momento Zen- "(...) saladas de tofu (...)"

terça-feira, março 29, 2005

A decadência sob forma de post


Por vezes há vontade de ter isto minimamente actualizado pese embora não exista "o nada" em quantidades suficientes para constituir a matéria chamada de inspiração.
Como se aproximam já, e a passos largos, as 4h da matina e ninguém me dá toques ou manda mensagens, vou escrever um pouco.

Vou contar algumas das minhas irritações cliché.
Irrita-me a TVI com as suas produções nacionais.
Irrita-me o genérico do SIC 10horas. Aquelas letras em que sonhar rima com cantar, e outras poesias que tais.
Irrita-me o programa do Goucha com que tenho de levar sempre que acordo.
Irrita-me a música puxa-lágrima que a TVI decide passar por cada criança que precisa de um transplante de coração.
Irrita-me pensar que posso não acordar de manhã para ver o programa do Goucha (isto sim seria preocupante).
Irrita-me que não seja reconhecido o potencial dos jovens actores do elenco de "Zero em Comportamento" da SIC.
Irria-me que as rádios não passem música portuguesa. (sim, aderi à causa do Toy, apoiem aquilo de que não estamos fartos, Romana, Nel Monteiro, Luis Filipe Neves, Santamaria, Anna Malhoa...)
Irrita-me que o Gato Fedorento tenha passado a ter piada de uma semana para a outra.
Irrita-me que esta onde "fedorenta" me faça lembrar a onda humorística desse poço de diversão que é Fernando Rocha e suas personangens. (sim, Tibúrcio, Matumbina, vocês tinham piada...a potes!!)
Irrita-me que ninguém ache genial o mais genial de todos os programas: "O Homem da Conspiração".
Irrita-me que o Benfica nunca ganhe quando tem de ganhar, à excepção da semana passada.
Irrita-me que muita coisa me irrite.
Irrita-me que não tenha tido assunto mais relevante para aqui falar.
Irrita-me que não me soe bem a palavra "falar" num blog...escrito.
Irrita-me que este post seja a ovelha-negra deste blog. Extremamente mal escrito e desinteressante.

No entanto, acho genial algo fora do tom qualitativo a que me habituei a ver no Pasta's. Faz-me lembrar aquelas bandas que decidem fazer um álbum fora do comum. Daqueles álbuns mesmo maus, mas que dá para marcar a diferença e valorizar o resto do reportório (ou será repertório??). Onde raio está o "Aprenda a falar em bom português no programa da manhã"?!
Esteticamente penso que este post se enquadre bem. De momento ainda não pensei que foto postarei juntamente com isto... Vá, vou dormir. Apareçam e comentem...insultem, sabe bem...

P.S.- Agora uma tentativa pouco espontânea de criar um momento zen: ...d****! (ok, foi mau...)

Momento Zen- "(...) d**** (...)"

segunda-feira, março 14, 2005

TV(I): no seguimento do último post escrevinhado pelo gajo cujo nome não deve ser pronunciado correndo o risco de ele descer dos céus e nos transformar o vinho em água, venho falar de um fenómeno. Onde surgiram pela primeira vez as mensagens de rodapé em Portugal? Isso mesmo. Na TVI! É disso que vos venho falar. Desse hino à televisão e à cultura televisiva que é a TVI! As ditas cujas mensagens surgiram no Jornal Nacional, sem dúvida o maior telejornal do mundo. Não por ser bom, claro, mas por ser mesmo o maior. Dura, por vezes, mais de hora e meia e tem de tudo: desde pessoas com uma unha encravada a necessitarem urgentemente de um transplante do dedo grande do pé, a uma pivô com a bocarra grande demais que tem a mania que pode criticar tudo aquilo que noticía só por ser a mulher do director. A TVI tem também as novelas. Todas. Por dia devem passar 16 horas de novelas novas, repetidas e recauchutadas. Tem os morangos. Eu acredito piamente que os morangos vão ficar na história televisiva tal como a TV Rural ou o Zip Zip. Acho até que vão ser condecorados pelo presidente pelo serviço público que têm providenciado à geração do futuro (afinal são responsáveis pela criação de dois grupos do pior que há e que fazem inveja ao Al-Zarqaui que são os Betos e os Dreds!). O que realmente me excita nos morangos são os "betos" alegremente a se auto-denominarem de "betos". Genial. A TVI tem outro programa que é, sem dúvida, o expoente máximo da galhofada. Os Batanetes, Batanitos, bla bla bla. São programas como os batanetes que me fazem desejar, sempre que os vejo durante mais de 2 segundos, que me depilem as pernas com uma lâmina bic usada, me encharquem as pernas com álcool e de seguida acendam um fósforo junto às mesmas. E tudo isto é melhor que ver 2 segundos dos batanetes! Por tudo isto e muito mais desejo ardentemente que um qualquer terrorista tenha a feliz ideia de deixar de se auto-explodir em autocarros israelitas e rebente de uma vez por todas a TVI. Tenho dito!

sábado, março 12, 2005

Regimento 49

No último post, falava eu de elefantes. Agora, eis que, arguto, escrevo ao som de uns Mastodon. Pois agora tenho de transmitir que a minha vontade dissertiva (se é que tal vontade existe) caminha por terrenos bem mais minimalistas. Há que não estranhar possíveis influências ou semelhanças Junotianas ao longo das próximas muitas ou poucas palavras.

Vêem-me agora à mente ideias e conceitos que, por muito que tente esforçar o complexo córtex-criatividade, não me ocorre plausibilidade seja por uma ou outra ponta que lhe pegue. Falo de algo que, imediatamente, após contacto inicial me provoca sensações de uma nebulosidade monotónica e ligeiro-depressiva. Falo das barras de informação na parte inferior dos nossos ecrãs de televisão.
Fazem agora, por estas alturas entre este 12 e o próximo 12, o das águas mil, meses a que dou preferência ao negro enigmático e genial de uma televisão desligada, em detrimento da confusão que me provoca o destilar (desfilar neste caso) de mensagens constantemente erráticas e direccionadas para um abismo que é o da não chegada ao potencial ou desejado receptor. Pensará mesmo o Quim Tó de Airães que a Carmo Teixeira de Valadares vai ver o "Amo-te muito/quero casar ctg" que o faz gastar a módica quantia (e posteriormente multiplicada) de uns quase euro e meio? Pensará o ex-combatente da infantaria 27 do esquadrão 31 que os pobres dos seus colegas, há muito enterrados nas Penajóias deste país, se lembrarão de reparar com o mínimo atenção no número de contacto do nosso ex-combato-fuzileiro no Ultramar e ligar a marcar um jantar?
Pena deles e raiva por aqueles que olhando cá para baixo do nosso Portugal se contentam em encher os armários com a pretensa saudade de alguns.
Ficam a perder as televisões. Enchem o ecrã, afastam o espectador como consequência de tamanha poluição visual.

E bem, acabei aqui por não falar bem daquilo que pretendia... Uns minutos bastarão e cá estarei eu a falar de leite creme quiçá.

Um aparte, aqui ou noutro lado, é necessário para explicar que as coisas nunca saem como queremos. Pasta dos Dentes evolui sem nunca estar desevoluido. Tem fugido um pouco aos propósitos. Ganha em crítica social e pensamentos "dia-a-dianos". Quem sabe de futuro não voltará aquela cultura piada parva que vos falava no início. Pode ser que sim ou que não. Té já...

Momento Zen- "(...) quiçá (...)"

P.S.- Este foi sem dúvida o momento zen mais indiscutível do Pasta's. (juntamente com o fortemente sobre-valorizado JCM)

domingo, março 06, 2005

Sim, é um elefante

Lendo o post sobre fluídos, deve o leitor pensar que já está farto de conversas de casa de banho. Pois bem, pense um pouco melhor e questione neste momento aquilo que está a fazer. Agora, tente de alguma forma relacionar esse alguma coisa com o arguido no processo "Apito Dourado", Azevedo Duarte. Eu sei que não tem lógica, mas não deixa de ser belo, não deixa de ser agradável o cheiro.Vamos agora dar um toque nauseabundo à conversa.Há quem goste do sabor a sangue. Há ainda quem goste da leve sensação que é ser esmurrado no nariz e de sentir o sangue a coagular em plenas vias respiratórias. "Estranhamente" agradável. O que aqui encontramos é assim. Vejo beleza numa flor. Vejo beleza numa flor morta. Dois tipos de beleza, diferentes contudo. É tudo uma questão de perspectiva, ponto de vista digamos.

Momento Zen- "(...) Vejo beleza numa flor. Vejo beleza numa flor morta. (...)"